“Quanto custa um projeto estrutural?” e “quanto custa um projeto complementar?” estão entre as perguntas mais comuns de quem vai construir ou reformar. A resposta varia bastante conforme a região, a complexidade da obra e o escopo contratado — e é justamente essa falta de referência que faz muita gente fechar com o primeiro orçamento que recebe, sem saber se está pagando um preço justo. Neste guia, reunimos as faixas de preço praticadas no mercado brasileiro em 2026 e os fatores que mais pesam na conta final.
Quanto custa um projeto estrutural
No mercado brasileiro, o projeto estrutural costuma variar entre R$ 14 e R$ 50 por m², podendo ficar entre R$ 8 e R$ 25/m² em referências mais conservadoras. Ou seja, para uma residência de 100 m², o projeto estrutural completo tende a ficar entre R$ 1.400 e R$ 5.000 — a variação depende do tipo de solo, da complexidade do sistema estrutural (concreto armado, alvenaria estrutural, estrutura metálica) e da região do país, já que o Sudeste costuma praticar valores mais altos que outras regiões.
Quanto custa um projeto elétrico
O projeto elétrico residencial costuma ficar entre R$ 500 e R$ 2.500, a depender da área do imóvel e da complexidade da instalação (alguns escritórios cobram por m², em uma faixa de R$ 4 a R$ 10/m², ou até R$ 60 a R$ 150/m² quando incluem itens adicionais). Vale ficar atento a itens que costumam ficar de fora do orçamento inicial e aumentam o valor final: ART (R$ 300 a R$ 1.500), projeto luminotécnico (R$ 30 a R$ 70/m²) e SPDA — o sistema de proteção contra descargas atmosféricas (R$ 1.200 a R$ 8.000).
Quanto custa um projeto hidrossanitário
O projeto hidrossanitário (água fria, esgoto e águas pluviais) costuma ser o mais econômico entre os complementares, com valores entre R$ 10 e R$ 15 por m². Projetos de drenagem e águas pluviais isolados podem variar entre R$ 23 e R$ 33/m², dependendo da complexidade do terreno e do sistema de escoamento previsto.
Por que os projetos complementares custam tão pouco perto do total da obra
Somados, os projetos complementares (elétrico, hidrossanitário, SPDA, gás e incêndio) geralmente não ultrapassam 5% do custo total da obra. É uma fatia pequena com um retorno desproporcional: o retrabalho causado por projetos malfeitos ou não compatibilizados custa, em média, de 3 a 10 vezes mais do que o serviço original — seja por quebra de paredes já prontas, refação de instalações ou atraso no cronograma. Ou seja, economizar no projeto quase sempre sai mais caro depois.
O que realmente influencia o preço final
- Complexidade do projeto arquitetônico (vãos, pé-direito, número de pavimentos);
- Tipo de solo e fundação necessária;
- Região do país e custo de vida local;
- Nível de compatibilização entre disciplinas (projetos em BIM tendem a custar um pouco mais, mas evitam conflitos físicos em obra);
- Prazo de entrega solicitado.
Como a LU Engenharia trabalha o orçamento
Em vez de fechar um orçamento genérico, a LU Engenharia faz uma avaliação técnica preliminar dos desenhos arquitetônicos antes de apresentar a proposta — sem compromisso. O valor já inclui a compatibilização em BIM entre todas as disciplinas, a ART de cada projeto e o acompanhamento do engenheiro sênior responsável do orçamento à entrega, com prazo médio de até 15 dias úteis para os projetos complementares. Ou seja, o que está no orçamento é o que chega pronto — sem surpresas de custo escondido depois.
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